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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

De Olho - Sinal federal para adutora

Enfim, o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, vai tirar da gaveta o contrato da construção do Ramal do Agreste, no valor de R$ 1,2 bilhão, conforme informou ao senador Douglas Cintra (PTB), ontem, em Brasília. Com 70 km de extensão entre Sertânia e Ipojuca, o Ramal do Agreste é essencial para o pleno funcionamento da Adutora do Agreste, ao trazer para a Adutora a água do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco.

A diversidade da obra, que abrange túneis, aquedutos, adutoras, três conjuntos elevatórios e duas barragens, explica seu alto custo e o prazo de execução, previsto para dois anos e meio. Como quase 70 municípios do Agreste serão beneficiados pelas duas obras, nada mais apropriado e simbólico que este importante passo da Transposição seja dado em Caruaru”, comemora Douglas Cintra.

O ministro, segundo ele, não marcou ainda a data da assinatura do contrato. A Transposição do Rio São Francisco, em construção desde 2007, a um custo atual da ordem de R$ 8,5 bilhões, estava prevista inicialmente para estar pronta em 2012. O Governo promete concluir no início de 2017, beneficiando com acesso fácil à água 12 milhões de nordestinos de 390 municípios em Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

O Ramal do Agreste é uma derivação do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco e sua primeira etapa foi licitada pela Compesa. O empreendimento terá a construção de duas barragens, seis túneis (16 km de extensão), cinco aquedutos (1,9 km), obras viárias para acesso aos canais e uma adutora de 7,14 km de extensão.

Segundo o presidente da Compesa, Roberto Tavares, a preocupação do Governo em criar e preservar empregos em Pernambuco é muito importante para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, assim como contribuir para movimentar a economia do Estado. “O ramal do Agreste vai possibilitar que as regiões de Pernambuco mais atingidas pela seca sejam beneficiadas com a água da transposição”, afirmou Tavares.


No exercício do mandato de senador ocupando a vaga de Armando Monteiro, ministro do Desenvolvimento, Cintra tem cobrado pressa em obras estruturadoras para o Estado. Na visita que fez ao ministro, ontem, para se inteirar da decisão da adutora do Agreste, ele recebeu convite para fazer uma vistoria aos canais da Transposição em andamento em três Estados nordestinos.
Blog do Magno.
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