segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Se não cair, o País arrebenta


A pergunta que mais me fazem nos últimos dias é se Dilma resiste até dezembro. Respondo que não, a não ser que haja um milagre. Por impeachment ou renúncia? Com aulas de guerrilha em Cuba, a presidente, que já participou de assalto a um banco e defendeu a luta armada, não tem cultura para jogar a toalha.

Sendo assim, cairá pelo impeachment, como Collor. Fanáticos e delirantes petistas recorrem ao discurso do golpe quando se fala em cassação do seu mandato pelo Congresso. Alegam que ela não cometeu crime e que não há provas de envolvimento na roubalheira da Petrobras. Não há, ainda, uma Elba, a prova do crime contra Collor.

Mas Dilma quebrou o País. O Brasil chegou ao estágio da ingovernabilidade, sangra feito peru esfolado. Os empregos voam pelas janelas, a recessão fecha indústrias, a incompetência faz chegar ao Congresso um orçamento com um rombo de R$ 30 bilhões e com isso o País é rebaixado internacionalmente.

No desespero, sobrevivendo feito uma barata tonta, Dilma manda ao Congresso um pacote que desagrada a gregos e troianos, desde os servidores públicos, que prometem greve por tempo indeterminado até a fina flor do PIB, que enxerga mais recessão nas medidas. Impeachment se dá por outros motivos e não apenas pela comprovação de que o acusado meteu a mão no dinheiro alheio.

Quebrar um País é crime inafiançável, portanto com pena que resulta na perda de mandato. Quebrar uma potência como a Petrobras, assaltada por uma quadrilha na qual fez vista grossa e até compactuou com a compra de uma refinaria falida dos Estados Unidos, é crime de lesa-pátria. O que o Congresso, que tem as armas nas mãos para livrar o País de uma tragédia maior, quer mais?

Quanto ao argumento de golpe, que é falso e fantasioso, golpe na verdade é trair todos os princípios, é rasgar o que prometeu em praça pública fazendo tudo ao contrário, como o aumento da energia, dos impostos, dos juros, do gás, dos combustíveis, enfim, de rebaixar o País perante os credores internacionais.

Golpe é levar milhares de trabalhadores ao desemprego, meter a mão em direitos sagrados de trabalhadores, cortar programas sociais como o Bolsa-Família e o Minha Casa, Minha Vida. Golpe é mentir de forma escancarada, enganar, camuflar, passar a mão na cabeça de corruptos.


O Brasil cansou de Dilma. Ela não chega até dezembro. Se chegar, contrariando analistas, juristas e pessoas de bom senso, que querem o melhor para o País, o Brasil entrará num poço com um fundo tão grande que não conseguirá mais sair dele. Nossos vizinhos quebrados, como a Argentina, zombarão de nós e serão vistos como uma potência perante um Brasil cambaleante.





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