domingo, 31 de janeiro de 2016

TODO HOMEM TEM SEU PREÇO?


A notícia mais alardeada desses últimos dias em Belo Jardim foi a união dos cabeludos com o empresário Hélio dos terrenos, que passaram a ser liderados do ex-prefeito Cecílio Galvão. Essa união já era falada a várias semanas nas redes sociais e vinham sendo desmentidas pelos cabeludos que, ao final, mostraram que não falavam a verdade.

De novidade na união dos cabeludos com Hélio e Cecílio, não há nada. Cecílio, todos sabem, deseja voltar a mandar na prefeitura, Hélio parece querer comprar o cargo de prefeito, arrotando dinheiro por aí e esperando que o povo se renda ao poder dele. Já os cabeludos, entraram na política pelo grupo Galvão para logo se bandear para a oposição e depois foram para o lado de João Mendonça para, mais uma vez (depois de conseguirem muitos cargos na prefeitura – até para a irmã que foi secretária – abandonaram o barco mais uma vez e ficaram de um lado para outro, indo agora para os braços do empresário Helio e do ex-prefeito Cecílio Galvão.

O que levou o vice-prefeito Cristiano cabeludo (a quem o irmão segue obedientemente) a se bandear para esse lado?

Cristiano diz que é ‘porque quer o novo para Belo Jardim’. O novo? Com Cecílio Galvão? Conte outra. Esse remédio é velho conhecido de Belo Jardim e há muito está vencido. Ficou muito amargo para o povo daqui engolir essa estorinha.

Já nas redes sociais o que se comenta é que teria havido um acordo pelo qual Hélio daria 500 mil reais aos cabeludos, mais 39 mil mensais,  em troca do apoio deles à sua candidatura.

Em sendo verdade, deveremos perguntar ao vice prefeito como esse dinheiro vai beneficiar Belo Jardim? Contando que o mesmo não dá expediente em lugar nenhum, mas embolsa 10 mil mensais pelo cargo de vice, já recebeu livre 360 mil (é muito MIL nessa conta), mas os salários de vereador e presidente da câmara do irmão mais novo, os cabeludos já vão partindo aí para muito mais de UM MILHÃO ó nesses 3 anos.

Em sendo verdade esse acordo milionário, será preciso perguntar se o povo pagará essa conta, no futuro, ou se o dinheiro sairá dos negócios do empresário Hélio, cujos clientes tem reclamado bastante da falta de cumprimento dos acertos feitos em contratos e anunciados aos 4 ventos como sendo a maravilha de negócio.

Restará perguntar, também, qual a vantagem que Cecílio Galvão levaria nesse acordo? Seria, apenas, voltar a dar as cartas na Prefeitura que ele deixou agonizando e em situação precária quando passou por lá?

Há muitas perguntas a serem feitas dentro dessa estória de acordo entre os cabeludos e Cecílio Galvão. Mas, a maior de todas é: “Quanto vale um cabeludo?”


Durante a semana estaremos em busca de resposta para essa e outras perguntas que Belo Jardim precisa fazer e saber.

E Lembrem-se, Eu Tô de Olho!






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